Vilhena comemora 100 anos da passagem de Rondon

JÚLIO OLIVAR - Nesta segunda-feira comemorou-se o centenário em que a expedição com 42 homens do Exército, comandada pelo tenente Cândido da Silva Rondon, chegava ao Planalto dos Parecis para instalar a Estação Telegráfica Vilhena. O nome foi dado por Rondon em homenagem ao maranhense Álvaro de Melo Coutinho Vilhena, ex-diretor dos Correios e Telégrafos, morto no Ceará cinco anos antes da Expedição.

Parte desta história está sendo contada em vídeo e fotografias, através do Projeto Hatisu, desenvolvido em conjunto pela Secretaria Municipal de Esportes e Cultura e Associação Comercial e Industrial de Vilhena (Aciv), com a colaboração de diversos vilhenenses.

Apesar da importância da data, a estação telegráfica, que virou museu há 29 anos, está abandona pela prefeitura desde 1996.

á era hora. A prefeitura resolveu, embora tardiamente, se mexer no sentido de que a população saiba que 2009 é o ano do centenário da primeira passagem do tenente Cândido Mariano da Silva Rondon – mais tarde transformado no legendário marechal – pelas terras onde fica hoje o município de Vilhena. Até agora, a poder público não havia reverenciado a epopéia militar que constitui o marco da colonização, assinalada pela “pacificação” dos indígenas e a integração de Rondônia ao resto do país através das linhas telegráficas.

A expedição era composta por 42 homens. Os principais auxiliares de Rondon eram o zoólogo Alípio de Miranda Ribeiro; o médico Joaquim Tanajura e os tenentes João Salustiano Lira, encarregado do serviço de observações astronômicas e serviço de vanguarda; Emanuel Silvestre de Amarante (o Major Amarante, nome da avenida principal da cidade), incumbido dos levantamentos topográficos; Alencarliense Fernandes da Costa, comandante do comboio de reforços; e Antônio Pirineus de Souza, comandante de pelotão.

Exatamente em 29 de junho faz cem anos que a Comissão de Rondon armou acampamento na área onde ficava a extinta Estação Telegráfica Vilhena, que mais tarde foi transformada no museu Casa de Rondon. A área ficou conhecida a partir da década de 1960 como “Vilhena Velha”, em cujo entorno existiam várias casas rudimentares, que foram sendo sendo abandonadas por causa do nascimento no novo núcleo urbano às margens da rodovia BR 364, onde efetivamente a cidade de Vilhena se desenvolveu.
Em parceria com a Aciv (Associação Comercial e Industrial de Vilhena), a Secretaria Municipal de Esportes e Cultura (Semec) lembrará a data de forma bem modesta: instalará seis banners com fotos e textos alusivos à data no estande da Aciv na 24ª Expovil (Exposição Agropecuária de Vilhena). Também será mostrado no local um documentário em vídeo, produzido por Irio Martinovski, com fotos e a narração da história vilhenense desde a chegada de Rondon.

“Estas iniciativas fazem parte do Projeto Hatisu, desenvolvido pela Semec, e são o primeiro passo para algo mais amplo e que envolve diversos parceiros”, explica o professor de Língua Portuguesa Cledemar Jéferson Batista, colaborador dos trabalhos. Hatisu quer dizer “cesto” na língua nambiquara. “O sentido é valorizar a língua nativa e dar a conotação de que há cesto de informações pertinentes à região”, explica Batista.

O projeto terá prosseguimento durante todo o ano com exposições itinerantes nas escolas e na biblioteca municipal. “Esperamos que em 2011 tenhamos a Casa de Rondon reformada. Neste ano comemoraremos os cem anos da inauguração da estação telegráfica”, lembra o professor.

Apesar da boa vontade e do voluntarismo dos envolvidos no projeto, Vilhena padece do abandono – já há 13 anos – da Casa de Rondon, que deu origem à cidade. Sobre o assunto, João Carlos Regert Neto, agente administrativo da Semec, responde que, ao contrário do que parece, tem havido empenho da administração municipal para recuperar o imóvel.

“Há duas frentes de trabalho neste sentido. Primeiro, a articulação para que a área em que está a casa seja doada pelo Ministério da Defesa ao Município. Em seguida entra a necessidade de que o museu seja tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional”, esclarece Regert Neto. Depois de cumpridas estas etapas a construção poderá ser recuperada.

Ainda de acordo com Neto, o município tem se preparado para gerir o museu. “Além de estarmos recuperando o material fotográfico e documentos históricos, participamos, em Porto Velho, de uma série de oficinas oferecidas pelo Instituto Brasileiro de Museus para que o acervo seja mantido de acordo com os critérios desta ciência”, garante o servidor.

O centenário da passagem da expedição militar pelo Planalto dos Parecis ocorre num momento em que Vilhena ganha novos contornos em sua arquitetura. Do rudimentar casebre onde funcionou a estação aos dias de hoje, com prédios modernos no centro, o shopping center em construção e a fama de ser “a Suíça do norte do Brasil” pelos seus indicadores econômicos, a cidade precisa ainda aprender a lição de preservar sua memória. “Isso é importante no processo de construção de sua identidade”, salienta o músico e escritor Mário Guerreiro Mileo, da Academia Vilhenense de Letras.

A CASA ABANDONADA
O índio aculturado Marciano Zonoecê, do estado do Mato Grosso, era telegrafista. Ele e sua mulher, Maria Augusta, viveram e administraram a estação telegráfica durante 26 anos, a partir de 1943. Sete de seus oito filhos nasceram no local. Antes deles, outras pessoas estiveram à frente da estação, mas não deixaram registros e, por isso, os Zonoecê são os primeiros moradores conhecidos foram das aldeias.

Eles se mudaram da estação em 1969 para ficarem em segurança mais perto dos novos moradores não-índios – incluindo militares do 5º Batalhão de Engenharia e Construções (5º BEC), temendo os seguidos ataques de cinta-larga que chegaram a matar seringueiros na região, além de ferir com flecha uma filha de Marciano.
“Após a mudança da família Zonoecê para o novo núcleo populacional, a Casa de Rondon ficou abandonada por 11 anos, sendo reconstruída pela prefeitura em 1980, na administração do prefeito coronel Arnaldo Lopes Martins. Naquele ano foi hasteada em frente à casa a bandeira nacional pelo governador, coronel Jorge Teixeira”. Quem conta esta história é o professor Roberto Scalércio Pires, então tenente do 5º BEC e secretário de Administração e Fazenda da prefeitura. O museu funcionou durante cerca de 15 anos e, ao lado, havia um zoológico. Ambos desativados em 1996.

Roberto Pires, que também é formado em engenharia civil, lembra que a atual Casa de Rondon tem as mesmas características arquitetônicas da construção primitiva. “No entanto, boa parte dos tijolos e o telhado são de 1980”, recorda. Na época da reconstrução, toda a área foi escavada sob o comando do servidor municipal José Romeu Medeiros, que mora agora em Viamão (RS). Foram encontrados muitas ferramentas, peças de ferro e de telégrafo. Mas, não encontraram o “ouro escondido no local por Rondon”, conforme rezava a lenda.

Pires foi colega de farda de um neto de Rondon, o então tenente Antônio Lara Marialva Rondon, que foi chefe de residência especial do 5º BEC de Vilhena, por volta de 1976.

Autoria: Júlio Olivar

Sucesso absoluto do Japão chega ao Brasil

Quem consegue resistir a estourar o famoso plástico bolha? Pensando nessa mania, chega ao mercado brasileiro o ploc-ploc, um plástico bolha infinito em formato de chaveiro que recria o prazer de estourar pequenas bolhas plásticas, e o melhor, que se repõem imediatamente, tornando a brincadeira interminável.

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A “Plocosfera” é uma comunidade virtual que reunirá os internautas fanáticos por plástico bolha e terá lotação máxima de 20 mil “ploqueiros”, ou seja, os primeiros que comprarem o produto. A rede virtual também fará um papel aglutinador de pessoas que se socializam pela internet, funcionando como um espaço para visualizar todas as páginas virtuais dos usuários.


Informações à Imprensa
Luana Ribeiro – luana@fesskobbi.com.br - 11 3364.0350 / 9306.0092
Juliana Bellegard - juliana.bellegard@klar.com.br - 11 3363.3344

GIC manda mais dois para a cadeia no município de Ariquemes

Com uma gama de trabalho atribuída as suas boas investidas contra o crime organizado, o GIC – Grupo de Investigações e Capturas da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania, mandou mais dois foragidos da Justiça de volta a cadeia. Em Ariquemes foram recapturados na última quarta-feira, por agentes do GIC e Núcleo de Inteligência da Polícia Militar, José Carlos de Almeida, 50, e Eleomar Brito da Silva, 33, foragidos do Sistema Penitenciário Regional.

De acordo com a equipe do GIC, Eleomar Brito da Silva, que tem como alcunha “Vanessa”, estava foragido do Sistema Penitenciário e constava contra si um Mandado de Prisão. Os Policiais realizaram várias diligências até encontrar o acusado na Sétima Rua, apartamento dois, bairro Setor 9, por volta das 18h13, em Ariqueme, na quarta-feira.

Ele foi conduzido até a segunda delegacia em Ariquemes e ficará a disposição da justiça.
Preventivado fraudava a CERON utilizando lacres

Outro que foi preso pelos policiais do GIC e Núcleo de Inteligência da PM no município de Ariquemes, na última quarta-feira, por volta das 12h50, na Avenida Capitão Silvio, no bairro Setor de Áreas Especiais, José Carlos de Almeida, 50, além de ter contra si, um Mandado de Prisão, estava praticando fraudes contra a Centrais Elétricas de Rondônia – CERON.

O delegado Jeremias Mendes, titular do GIC, disse que o acusado estava foragido e contra ele havia um Mandado de Prisão expedido em 12 de junho de 2005 pela Primeira Vara Criminal da Comarca de Presidente Médici, assinado pelo juiz Jeferson Cristi Tessila de Melo, referente a um processo de Ação Penal.

No momento da prisão pela equipe do GIC o acusado estava de posse de uma bolsa contendo ferramentas diversas e certa quantidade de lacres a serem utilizados nos medidores de energia da CERON. Aos policiais ele disse que usava os lacres para fraudar a empresa que já trabalhou por nove anos. Após sua prisão seu filho, passou o constrangimento de receber os documentos do pai, juntamente com certa quantia em dinheiro e as chaves de um veículo que ele utilizava.

Cantora Suellen Lima, preletores e outros cantores renomados se apresentam em Cacoal, na Sexta-Feira, dia 12

A organização do IV CONFÉMM (CONCENTRAÇÃO DE FÉ, MILAGRES E MISSÕES) convida a todos a participarem da grande Concentração de Fé, com o tema: Milagres e Missões do projeto CONFÉMM no dia 12 de junho de 2009 (sexta feira) ás 19:00 horas, local: Av.: Porto velho em frente ao Banco Bradesco com o Pastor: Arlindo Theodoro. Vindo do Espírito Santo cantores: Suellen Lima de Curitiba, a dupla Parada Firme em Jesus (Ex Trio Parada Dura de Curitiba), Natanael Silva do Rio de Janeiro e vários cantores da região.


Pr. Deoclécio de Freitas
Organizador: CONFÉMM

TIM amplia cobertura no estado de Rondônia

Porto Velho, 04 de junho de 2009 – A TIM ampliou sua cobertura e, agora, atende também às cidades rondonienses de Cacaulândia, Nova União, Parecis, Pimenteiras do Oeste, Primavera de Rondônia, Rio Crespo, São Felipe D’Oeste e Seringueiras. Com estes novos municípios, a TIM passa a cobrir 31 cidades no estado de Rondônia, o que significa que 91% da população urbana do estado conta com os serviços da operadora.

Em todo o Brasil, a TIM atende 2.800 municípios com a sua Rede GSM/GPRS e tem presença EDGE (com alta velocidade na transmissão de dados na telefonia móvel) em mais de 2.100 cidades.

Sobre a TIM
Primeira operadora móvel a ter presença em todos os estados brasileiros, a TIM foi pioneira no lançamento de diversos produtos e serviços, entre eles a TIM Music Store, loja de música integrada no celular e na Internet; e o BlackBerry, a mais conhecida solução móvel de e-mails do mundo, disponível para clientes corporativos e individuais. Em 2008, a operadora lançou serviços de terceira geração, entre os quais destacam-se o TIM Web Banda Larga, a Vídeo Chamada e o TIM TV, além do ampliar seu portifólio de serviços com o lançamento, em setembro, do TIM Fixo, a opção mais competitiva e conveniente em telefonia fixa residencial.

Por meio de acordos com operadoras nos seis continentes, a TIM oferece Roaming Internacional Pós-Pago em mais de 200 países, transmissão de dados e multimídia em mais de 130 países e, em maio de 2006, tornou-se a primeira operadora do País a oferecer Roaming Internacional Pré-Pago atualmente em mais de 15 países. Até abril de 2009, a base de clientes da TIM era de 36,5 milhões (fonte: Anatel). Mais informações: www.tim.com.br.

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