Cahulla libera quase R$ 600 mil para Ji-Paraná e municípios da região

Mantendo o mesmo ritmo de trabalho desenvolvido ao longo do ano, o vice-governador João Cahulla liberou nesta quarta-feira (30) mais de R$ 600 mil em convênios e emendas parlamentares, beneficiando a população de Ji-Paraná e de mais quatro municípios do interior, em solenidade no auditório do Shopping Cidadão, em Ji-Paraná.

“Estamos finalizando um ano de muito trabalho e de crescimento de Rondônia, liberando mais recursos, assegurando agilidade nos serviços e a garantia do recurso para as ações definidas. O Governo não deixa de cumprir a sua parte, liberando emendas e convênios para atender às comunidades.”, disse Cahulla.

Participaram da solenidade os deputados estaduais Jesualdo Pires (PSB) e Luizinho Goebel (PV), do secretário estadual de Agricultura, Carlos Magno, o secretário regional de Governo, Ari Saraiva, o vereador Nilton César, presidente da Câmara de Ji-Paraná, os prefeitos de Jaru, Jean dos Muletas, e Presidente Médici, Zé Ribeiro, entre outras autoridades.

Entre os recursos liberados, R$ 140 mil para a recuperação da Linha 617 em Jaru, emenda do deputado Amauri dos Santos; R$ 200 mil para a sinalização urbana de Presidente Médici; R$ 30 mil para o projeto Ver e Aprender, da Paróquia São José; R$ 50 mil para a compra de equipamentos para a Fundação Cultural de Ji-Paraná, R$ 50 mil para a Fundação Ji-Credi emendas do deputado estadual Jesualdo Pires, entre outras ações.

O deputado Luizinho Gobel ressaltou o empenho do Governo, trabalhando durante todo o ano e fechando o exercício com ações efetivas. “E o governador Ivo Cassol já anunciou que abre o orçamento do Estado no dia 1º de janeiro, dando continuidade ao grande trabalho, em todas as áreas”, disse o deputado.

Jesualdo Pires destacou os benefícios que o Governo tem trazido para Ji-Paraná. “O Cidade Limpa está sendo executado no município, a obra do anel viário, liberação de emendas e convênios que beneficiam a população,em diversas áreas”, declarou.

O prefeito Zé Ribeiro, de Presidente Médici, agradeceu pelo recurso para a sinalização de 100% do município, incluindo os distritos de Estrela de Rondônia e Novo Riachuelo e enfatizou que o município tem sido contemplado com ações e convênios do Governo. “Recebemos o Cidade Limpa, recursos do Fitha, emendas do deputado Jesualdo para a recuperação de pontes, entre outros benefícios”, completou.

O vice-governador aproveitou para desejar a todos um feliz ano novo, de muita saúde, paz e trabalho para todos os rondonienses.

Cahulla libera quase R$ 600 mil para Ji-Paraná e municípios da região

Mantendo o mesmo ritmo de trabalho desenvolvido ao longo do ano, o vice-governador João Cahulla liberou nesta quarta-feira (30) mais de R$ 600 mil em convênios e emendas parlamentares, beneficiando a população de Ji-Paraná e de mais quatro municípios do interior, em solenidade no auditório do Shopping Cidadão, em Ji-Paraná.

“Estamos finalizando um ano de muito trabalho e de crescimento de Rondônia, liberando mais recursos, assegurando agilidade nos serviços e a garantia do recurso para as ações definidas. O Governo não deixa de cumprir a sua parte, liberando emendas e convênios para atender às comunidades.”, disse Cahulla.

Participaram da solenidade os deputados estaduais Jesualdo Pires (PSB) e Luizinho Goebel (PV), do secretário estadual de Agricultura, Carlos Magno, o secretário regional de Governo, Ari Saraiva, o vereador Nilton César, presidente da Câmara de Ji-Paraná, os prefeitos de Jaru, Jean dos Muletas, e Presidente Médici, Zé Ribeiro, entre outras autoridades.

Entre os recursos liberados, R$ 140 mil para a recuperação da Linha 617 em Jaru, emenda do deputado Amauri dos Santos; R$ 200 mil para a sinalização urbana de Presidente Médici; R$ 30 mil para o projeto Ver e Aprender, da Paróquia São José; R$ 50 mil para a compra de equipamentos para a Fundação Cultural de Ji-Paraná, R$ 50 mil para a Fundação Ji-Credi emendas do deputado estadual Jesualdo Pires, entre outras ações.

O deputado Luizinho Gobel ressaltou o empenho do Governo, trabalhando durante todo o ano e fechando o exercício com ações efetivas. “E o governador Ivo Cassol já anunciou que abre o orçamento do Estado no dia 1º de janeiro, dando continuidade ao grande trabalho, em todas as áreas”, disse o deputado.

Jesualdo Pires destacou os benefícios que o Governo tem trazido para Ji-Paraná. “O Cidade Limpa está sendo executado no município, a obra do anel viário, liberação de emendas e convênios que beneficiam a população,em diversas áreas”, declarou.

O prefeito Zé Ribeiro, de Presidente Médici, agradeceu pelo recurso para a sinalização de 100% do município, incluindo os distritos de Estrela de Rondônia e Novo Riachuelo e enfatizou que o município tem sido contemplado com ações e convênios do Governo. “Recebemos o Cidade Limpa, recursos do Fitha, emendas do deputado Jesualdo para a recuperação de pontes, entre outros benefícios”, completou.

O vice-governador aproveitou para desejar a todos um feliz ano novo, de muita saúde, paz e trabalho para todos os rondonienses.

Advogado Hélio Vieira, presidente da OAB Rondônia, se prepara para assumir novo mandato

Reeleito com quase 90 por cento dos votos dos advogados para representar a advocacia rondoniense pelos próximos três anos, o presidente da Seccional Rondônia da Ordem dos Advogados do Brasil, Hélio Vieira, faz uma avaliação positiva do mandato que estará concluindo no dia 31 de dezembro. No dia primeiro de janeiro ele assume o novo mandato que vai até o final de 2012. “Tenho indicativos de que a OAB é hoje bem mais próxima da sociedade e isso resulta de um grande trabalho empreendido pela advocacia de Rondônia para quebrar alguns paradigmas”, avalia o advogado.

Desde que assumiu a direção da OAB Rondônia, em 1º de janeiro de 2007, Hélio Vieira prega que o advogado deve devolver àquela parcela menos favorecida da sociedade um pouco dos conhecimentos adquiridos durante os cinco anos de faculdade. “Acho justo que nós advogados, que podemos nos considerar privilegiados por conseguir concluir a faculdade num país de tantas desigualdades, nos doemos um pouco repassando àqueles que não tiveram a mesma oportunidade um pouco do nosso conhecimento jurídico como forma de construir uma sociedade melhor e mais justa”, acentua o presidente da OAB, ao lembrar sua origem humilde que enfrentou grandes dificuldades até se formar bacharel em direito pela Universidade Federal de Rondônia.

“A adesão da advocacia a essa nossa proposta fez da OAB ainda mais forte e atuante, se fazendo presente no dia-a-dia da sociedade, seja com palestras em escolas, seja na defesa dos direitos humanos ou na mobilização comunitária”, observa Hélio.

Prerrogativas
Na defesa das prerrogativas, que à primeira vista pode se confundir com mera ação corporativista, a OAB Rondônia se destacou pela implantação do primeiro Tribunal de Defesa das Prerrogativas do Brasil, com um exército de mais de 100 advogados trabalhando em Porto Velho e nas subseções defendendo e valorizando este importante instituto de garantia ao direito de defesa do cidadão. “Além disso”, enumera o presidente da OAB, “procuramos fazer sempre, de um lado, o trabalho preventivo, mantendo permanentes contatos com as autoridades policiais e judiciais e, de outro, conscientizando os advogados para a necessidade de se manter a urbanidade ao se relacionar com essas mesmas autoridades”.
OAB Cidadania

Esse foi o projeto que mais mobilizou a advocacia rondoniense, trabalhando com o objetivo de levar conscientização à classe estudantil e abordou mais de 60 mil estudantes em todo o Estado durante os últimos três anos. O OAB Cidadania foi uma alternativa a resistência do Estado em implantar na grade curricular da rede pública de ensino a disciplina de noções de direitos e cidadania.

Sempre em parceria com instituições como Tribunal Regional Eleitoral, Ministério Público, entre outras, vários advogados se revezaram em palestras nas escolas, abordando temas como Lei Maria da Penha, combate a corrupção eleitoral, voto consciente, direito do consumidor e direitos humanos. “O mais importante nesse trabalho foi a interação da juventude e o início da mudança de postura de vários segmentos sociais”, avalia Hélio Vieira.

Como estratégia para atrair a atenção da juventude, a OAB optou por utilizar a música como instrumento de aglutinação e conscientização. Para isso, além de shows com bandas locais, trouxe a Porto Velho, em novembro de 2007, o cantor Roberto Frejat para fazer um manifesto em defesa da cidadania, durante apresentação no Clube do Advogado. No segundo semestre de 2008, a OAB Rondônia se associou aos Centros Acadêmicos da Universidade Federal de Rondônia para fazer uma maratona de cidadania, tendo como elemento captador de público a banda gaúcha Nenhum de Nós, foi realizada uma série de três atos-shows nos campus da Unir em Vilhena, em Cacoal e em Porto Velho. Reuniu cerca de 50 mil universitários para uma pregação de voto consciente e valorização da cidadania. “Em 2010 o OAB cidadania voltará ainda com mais força”, assegura o presidente da OAB Rondônia.
Escola Superior de Advocacia

O resgate da Escola Superior de Advocacia (ESA) que foi iniciado na gestão do ex-presidente Orestes Muniz e teve continuidade na administração de Hélio Vieira, é considerado de fundamental importância para suporte para as ações de alguns projetos da Ordem. O próprio OAB Cidadania contou com apoio dos integrantes da ESA para alcançar o maior número de pessoas possível.

Em outra frente e visando melhorar a qualificação dos operadores do Direito, a ESA planejou e executou o ciclo de palestras pelo sexto ano consecutivo. Em 2009, o ciclo de palestra percorreu todas as subseções, atendendo a cerca de 500 advogados e também realizou cinco seminários em Porto Velho. “Em 2010, contarei com apoio da ESA para reiniciar o programa de palestras nas escolas, já que é um ano político e não podemos nos furtar em contribuir para que tenhamos eleições limpas, livre dos vícios que todos já conhecem”, reitera o presidente da OAB.
Destacando ainda o coletivismo como marca maior de sua gestão a frente da OAB Rondônia, Hélio Vieira faz questão de reconhecer a participação das Comissões de Direitos Humanos, OAB Jovem, OAB Mulher, Comissão de Mobilização Comunitária e Cidadania, dos conselheiros seccionais e dos conselheiros federais nas várias ações da entidade.

Assessoria de Imprensa OAB-RO

Franco inaugura iluminação “Natal de Luz” em Cacoal

O Natal de Luz da Prefeitura de Cacoal, resultado da parceria entre a Secretaria Municipal de Indústria Comércio e Turismo (SEMICT) com a CERON, Eletrobrás e ACIC/CDL foi aberto oficialmente no último sábado, 19, em frente a Prefeitura Municipal.

Este ano o município está levando todo o brilho e ternura da decoração natalina para diversos pontos da cidade, como BR 364, Avenida Belo Horizonte, Rua Iderval José Brasil e toda extensão da Praça Municipal Governador Jorge Teixeira de Oliveira (Prefeitura).

O Secretário da SEMICT, Adeuvaldo Gomes de Brito, destacou que a iniciativa busca, além da democratização na decoração da cidade, despertar o espírito natalino nos corações dos cacoalenses, lembrando também dos esforços dos parceiros para a bonita iluminação.

O prefeito Franco Vialetto salientou que Natal é a celebração da vinda de Jesus Cristo ao mundo, para trazer luz, fé e amor para a humanidade. É um momento que nos leva a refletir sobre nossas vidas, atitudes, valores, sonho, e principalmente a necessidade de união entre as pessoas. Para o prefeito, Natal nos lembra a amar e ajudar ao próximo, e que isso deve ser feito o ano todo.

"A idéia de contemplar essas localidades com iluminação e enfeites de Natal tem como objetivo não apenas embelezar a cidade, mas também fazer com que os munícipes lembrem da proposta de confraternização que carrega o período natalino", finalizou o prefeito Franco Vialetto. .

Também prestigiaram a solenidade de inauguração da iluminação do Natal de Luz, o senador Valdir Raupp, representante da CERON Joaquim Loredo e Cristóvão Silva, presidente da Câmara de Vereadores Luiz Carlos Katatal, vereadores Cezar Castro, Penha Simao, Toninho da Emater, Uriety Prado, secretários entre outras autoridades.

Fotos: José Carlos Pereira

Fátima Cleide anuncia que é pré-candidata ao governo de Rondônia

A senadora Fátima Cleide (PT-RO) comunicou ao Plenário na tarde desta terça-feira (27), que vai disputar a indicação do Partido dos Trabalhadores para concorrer ao governo de Rondônia, nas eleições de 2010. Ela concorrerá com o deputado federal Eduardo Valverde e com Roberto Sobrinho, prefeito de Porto Velho, na prévia que o PT de Rondônia realizará no dia 6 de dezembro.

A senadora registrou ainda a assinatura, no último sábado (24), em Cacoal (RO), da ordem de serviço do governo para a construção de 240 casas na cidade, dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida. As obras custarão R$ 10,3 milhões.

Fátima Cleide informou ainda que a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado deve examinar nesta quarta-feira (28) a proposta de emenda à Constituição de sua autoria (PEC 87-B/03) que repassa para a União o pagamento dos servidores civis que trabalhavam no antigo território de Rondônia e estavam no cargo quando tomou posse o primeiro governador do estado, em 1987. Ela espera que haja um acordo para que a matéria seja votada pelo Plenário ainda nesta semana.

No mesmo pronunciamento, a senadora cumprimentou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e a Caixa Econômica Federal pela criação do programa que dará aos beneficiários do Bolsa-Família acesso aos serviços bancários. Cumprimentou ainda, pelo seu dia, os professores (dia 15) e os servidores públicos (28). A senadora também aplaudiu a iniciativa da Câmara de Vereadores de Uberlândia (MG) que, durante toda esta semana, discutirá os problemas dos professores e da educação. Ela participou, neste domingo, da abertura dos debates.

Procissão reuniu milhares em Alto Paraíso

A população do município de Alto paraíso participou na manhã desta segunda-feira (12) da 22º Romaria de Nossa Senhora Aparecida, que saiu da comunidade Nossa Senhora Auxiliadora e encerrou com uma missa no Santuário localizado na serrinha na LC-85, os fieis subiram levando sua fé, a pé ou de joelhos subiram as escadarias.

A festa religiosa teve início no ano de 1987 ainda tímidas, mas com muita fé da população de Alto Paraíso, que a cada ano aumenta o número de seguidores e hoje recebeu cerca de 02 mil fieis com caravanas de várias linhas que interligam o Município.

O Santuário passou por uma reforma completa, durante a missa de reinauguração o Padre José Leilson falou dessa reforma “Aumentamos a altura das paredes, a cobertura agora é com telhas de zinco e toda com estrutura metálica o forro será de gesso o piso totalmente trocado além de uma pintura completa”, Disse o Padre Leilson.

O presidente da câmara de vereadores do município, Vereador Caíco participou pela segunda vez da procissão em companhia da esposa, Luciana Fachin, Caíco que é devoto de Nossa Senhora Aparecida atribui essa romaria a uma expressão de fé de cada fiel, “Podemos ver que é pela fé mesmo que esses milhares de fieis participam dessa procissão, isso é mais uma prova que Nossa Senhora está presente nos corações de cada um dos seus filhos”, disse.

Para o próximo ano será construído a sala dos milagres e um pequeno museu contando a historia da Romaria de Nossa Senhora Aparecida e do Município de Alto Paraíso.

O Pároco de Alto Paraíso lembrou durante a missa da importância dos dízimos "O que já resultou em várias estruturas para a igreja no município em breve será destinado à Sala dos Milagres e ao Museu", com esses dízimos.

Méritofalácia

Os latinos de um modo geral não gostam de ser avaliados, porque tem dificuldade em separar as emoções da razão; muitas vezes confundem uma avaliação de resultados menos positiva com a falta de consideração pessoal do avaliador.

Essa condição cultural faz com que a nossa relação com o trabalho seja menos objetiva e rigorosa e consequentemente sejamos mais condescendentes com a ineficiência e a ineficácia, privilegiando freqüentemente o valor dos argumentos à expressão dos resultados.
Sendo assim, a gestão por objetivos e a avaliação de desempenho é muitas vezes hostilizada pelos nossos gestores e empregados, relevando o seu impacto nas empresas e organizações. Apesar disso, essa rejeição é muitas vezes legítima perante as farsas de avaliação de desempenho a que são freqüentemente sujeitos.

A primeira grande questão é se faz sentido implementar hoje em dia um simples processo de avaliação de desempenho versus um processo de gestão de desempenho?
Os processos de avaliação de desempenho foram banalizados nos últimos cinqüenta anos nos países mais desenvolvidos, já foi há muito substituídos por processos de gestão de desempenho, no entanto muitos dos nossos gestores ainda discutem se os vão implementar ou não, como se isso fosse a ultima das maravilhas da gestão do século XXI.

A avaliação de desempenho é reativa face aos resultados, visa apenas à avaliação do passado, enquanto que os processos de gestão de desempenho visam, sobretudo, monitorar continuamente o desempenho de forma a garantir e maximizar esses mesmos resultados, e por isso tem um impacto muito mais significativo na produtividade e competitividade das empresas e organizações.

Como é sabido muitos dos nossos gestores apesar de terem modernizado significativamente o seu vocabulário padecem de um grande déficit de competências de gestão, e por isso ainda se assumem mais como “chefias” do que como “gestores/lideres”.
O perfil do “avaliador de desempenho” é o de “chefia”, e o perfil do “gestor de desempenho” é o de “gestor/líder” (lato senso, nomeadamente gestor de pessoas), por isso muitos dos nossos gestores sentem-se mais “confortáveis” com os processos já ultrapassados de avaliação do que com os de gestão de desempenho.

Qualquer modelo de gestão de desempenho que não seja “top down” para toda a organização, está condenado a ser um instrumento de gestão inconseqüente e ineficaz, porque o desempenho da organização é obviamente resultante do desempenho de todos os gestores/lideres e de todos os subordinados em interação sistêmica entre si, e não como agentes isolados.

Outra questão importante é o que deve ser avaliado. Muitos preferem avaliar apenas resultados numéricos, por serem mais objetivos, outros são adeptos da avaliação exclusiva de competências, defendendo que a avaliação de desempenho deve servir sobretudo para identificar necessidades de desenvolvimento.

Mas o conceito de gestão desempenho só poderá ser plenamente implementado se os objetivos quantitativos e qualitativos forem simultâneos, ou seja, com a definição dos objetivos quantitativos, especificamos “o que deve ser realizado” e com as competências ou objetivos qualitativos definimos “como deve ser realizado”, e só assim poderemos monitorar continuamente o desempenho e corrigir atempadamente o que for necessário para garantir e maximizar os resultados esperados.

Embora pudéssemos analisar muitos outros fatores fundamentais para a eficácia dos processos de gestão de desempenho, sublinho apenas mais um: a qualidade técnica do instrumento de gestão, nomeadamente quanto ao método da correção de iniquidade e subjetividade da avaliação, e consequentemente quanto à confiabilidade dos resultados.
Já lá vai o tempo em que a gestão de pessoas era apenas uma que
stão de “sensibilidade e bom senso”. Hoje os instrumentos de gestão de pessoas são tão rigorosos e precisos quanto os instrumentos de gestão da produção ou marketing, nomeadamente existem modelos matemáticos que garantem a correção de iniquidade e subjetividade das avaliações de desempenho com uma margem de erro inferior a 3%.

Porem a maioria dos instrumentos de gestão desempenho das nossas empresas e organizações hoje ainda é pouco mais do que empírico, e por isso poucos confiam neles.
Vejo com muita preocupação e frustração que o discurso crescente sobre méritocracia nas empresas não é acompanhado pela implementação de modelos de gestão de desempenho tecnicamente eficazes e contemporâneos, e por isso essa “méritocracia” não passará de uma “méritofalácia”.

Autor: Pedro M. Martins, CMC eVice presidente do IBCO

Jornalista Silvio Persivo marcará presença no Seminário Internacional de Sustentabilidade

Natural de Fortaleza-Ceará, Persivo é um cidadão de Porto Velho, com trinta anos de Rondônia, que, de bacharel em Ciências Econômicas da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas-FCEA da Universidade Federal do Ceará, se transformou em Doutor em Ciências do Desenvolvimento Socioambiental, pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos-NAEA da Universidade Federal do Pará com a tese “A Eficácia da Estratégia da Hegemonia Norte-Americana: A Saída para o Pacífico como ‘Não-Tema’”.

Também pelo NAEA já havia feito seu mestrado com a tese “O Xadrez da Terra-Um Estudo da Colonização de Rondônia”. Escritor, poeta e jornalista, participou da publicação de uma das primeiras revistas de ampla circulação na Amazônia, a “Amazônia Nossa” na qual escrevia uma coluna intitulada “Notas Econômicas”, bem como colaborou em diversos jornais e foi editor chefe de um dos mais antigos jornais do país, o histórico Alto Madeira no qual continua como editor de Economia.

Ocupou diversos cargos públicos no Estado de Rondônia tendo participado ativamente da formação de seus novos municípios, inclusive como coordenador da CODRAM- Coordenação de Desenvolvimento e Articulação dos Municípios quando, pessoalmente e com uma equipe de engenheiros e arquitetos, foi responsável pela abertura de ruas e o planejamento de cidades como Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Pimenta Bueno, Rolim de Moura, Vilhena, Colorado e Cerejeiras.

Especialista em Economia Internacional se orgulha de ter participado da Caravana de Integração Brasil/Bolívia/Peru e Chile que, entre oito de setembro e 2 de outubro de 1995, saiu de Porto Velho, via Guajará-Mirim, para os portos do Pacífico (Iquique, Arica, Matarani e Ilo) retornando por Assis Brasil/Rio Branco. Outro orgulho que não esconde é o de ter sido homenageado como paraninfo da primeira turma de Economia da UNIR-Fundação Universidade Federal de Rondônia e também da primeira turma de Economia da FATEC - Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas.

Atualmente é professor de Economia Internacional da UNIR, consultor econômico da Federação do Comércio, presidente do Conselho Regional de Economia da 24ª Região-CORECON/RO, além de manter uma coluna diária no jornal mais antigo do Estado o Alto Madeira (www.altomadeira.com.br), denominada “Teia Digital”, possui uma coluna no Site Gente de Opinião (www.gentedeopiniao.com.br) e mantém seus blogs, o Jornal Diz Persivo.


Jornalista Silvio Persivo marcará presença no Seminário Internacional de Sustentabilidade

Natural de Fortaleza-Ceará, Persivo é um cidadão de Porto Velho, com trinta anos de Rondônia, que, de bacharel em Ciências Econômicas da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas-FCEA da Universidade Federal do Ceará, se transformou em Doutor em Ciências do Desenvolvimento Socioambiental, pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos-NAEA da Universidade Federal do Pará com a tese “A Eficácia da Estratégia da Hegemonia Norte-Americana: A Saída para o Pacífico como ‘Não-Tema’”.

Também pelo NAEA já havia feito seu mestrado com a tese “O Xadrez da Terra-Um Estudo da Colonização de Rondônia”. Escritor, poeta e jornalista, participou da publicação de uma das primeiras revistas de ampla circulação na Amazônia, a “Amazônia Nossa” na qual escrevia uma coluna intitulada “Notas Econômicas”, bem como colaborou em diversos jornais e foi editor chefe de um dos mais antigos jornais do país, o histórico Alto Madeira no qual continua como editor de Economia.

Ocupou diversos cargos públicos no Estado de Rondônia tendo participado ativamente da formação de seus novos municípios, inclusive como coordenador da CODRAM- Coordenação de Desenvolvimento e Articulação dos Municípios quando, pessoalmente e com uma equipe de engenheiros e arquitetos, foi responsável pela abertura de ruas e o planejamento de cidades como Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Pimenta Bueno, Rolim de Moura, Vilhena, Colorado e Cerejeiras.

Especialista em Economia Internacional se orgulha de ter participado da Caravana de Integração Brasil/Bolívia/Peru e Chile que, entre oito de setembro e 2 de outubro de 1995, saiu de Porto Velho, via Guajará-Mirim, para os portos do Pacífico (Iquique, Arica, Matarani e Ilo) retornando por Assis Brasil/Rio Branco. Outro orgulho que não esconde é o de ter sido homenageado como paraninfo da primeira turma de Economia da UNIR-Fundação Universidade Federal de Rondônia e também da primeira turma de Economia da FATEC - Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas.

Atualmente é professor de Economia Internacional da UNIR, consultor econômico da Federação do Comércio, presidente do Conselho Regional de Economia da 24ª Região-CORECON/RO, além de manter uma coluna diária no jornal mais antigo do Estado o Alto Madeira (www.altomadeira.com.br), denominada “Teia Digital”, possui uma coluna no Site Gente de Opinião (www.gentedeopiniao.com.br) e mantém seus blogs, o Jornal Diz Persivo.

Movimento Fora Sarney ganha até um site na Internet

O movimento Fora Sarney, iniciado no Orkut e no Twitter, atinge as ruas do Brasil e ganha até um site na Internet. Para se ter uma idéia da dimensão, ontem ao pesquisar a palavra "Fora Sarney no Google" eram exibidos 715 mil resultados. Hoje, ao meio dia, já passavam de 2,32 milhões (2.320.000).

O Site está em http://www.forasarney.com.br/

Confira!

Parlamentar ressalta importância de efetivação de políticas públicas para dirimir discriminação racial

O Coordenador da Bancada de Rondônia, deputado Eduardo Valverde (PT) disse no Plenário da Câmara que é preciso rediscutir a política voltada a promover no Brasil a igualdade racial.

O parlamentar que participou nesta segunda-feira (29) do encerramento da II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, em Brasília, que reuniu quilombolas, ciganos, indígenas e afrodescendentes, salientou que os quase 300 anos de escravismo, as barreiras discriminatória não são resolvidas apenas com boas intenções, mas com política pública afirmativa. “Somos um país pluricultural, pluriétnico, mas nem todas as igualdades são permissíveis a todo o seu povo. Temos barreiras que não são legais, que são psicossociais, erigidas durante quase 300 anos de escravismo, por isso é necessário uma política pública afirmativa”, comentou.

Durante o evento a principal tônica foi como enfrentar a discriminação “velada e cheia de hipocrisia”, como observou o parlamentar. Segundo Valverde, o encontro com esses segmentos foi importante para pautar as ações dos parlamentares no Congresso Nacional, já que tramita há anos na Casa o novo Estatuto dos Povos Indígenas e o Estatuto da Igualdade Racial. Ele pediu o comprometimento dos parlamentares na aprovação desses estatutos. “Temos que assumir nossa responsabilidade de colocar à frente o arcabouço legislativo, pois o estatuto do índio tramita há mais de 15 anos”, concluiu.



Apesar da crise, municípios recebem mais em junho
A crise financeira internacional não impediu que os municípios recebessem mais recursos neste mês em comparação ao mesmo período do ano passado. Levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela um aumento de 5,06% em relação a junho de 2008. A Confederação ressalta que o crescimento, não só de junho, mas também de maio, deve-se aos repasses extras enviados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Somados os três repasses de junho, o valor bruto, sem retenção do Fundeb, é de R$ 4,0 milhões contra R$ 3,8 milhões enviados em 2008. Contudo, a CNM ressalta que os repasses do FPM no primeiro semestre deste ano foram 2,10% menores em relação ao mesmo período do ano passado. “Em 2009, os repasses dos meses de janeiro, maio e junho foram maiores, mas em compensação, fevereiro, março e abril tiveram diminuição brusca. Portanto, o semestre fechou com resultado negativo, com um montante de R$ 24,4 bilhões. No ano passado, nos seis primeiros meses, os Municípios receberam R$ 24,9 bilhões. A diferença é de R$ 524,06 milhões”, explica a confederação.


Presidente do PT tranquiliza movimento sindical em relação à PEC 306

Em nota divulgada nesta terça-feira (30), o Presidente do Partido dos Trabalhadores em Rondônia, Tácito Pereira disse que a reação ao Projeto de Emenda Constitucional apresentado pelo Deputado Federal Eduardo Valverde, que altera o regime jurídico único na administração pública, é mais do que legitima e necessária para melhorar ainda mais a ação do parlamentar petista.

De acordo com Tácito, o parlamentar continua honrando com sua palavra no que se refere a retirada do projeto. Porém, como para isso é necessário o cumprimento de rito regimental, que exige a coleta de noventa e seis assinaturas dos mesmos parlamentares que assinaram a proposta inicial. Essa ação está sendo providenciada.

“ O Valverde teve sempre uma atuação em defesa dos direitos dos trabalhadores brasileiros. Foi fundador e presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas de Rondônia (SINDUR) onde acumula uma série de conquistas para os trabalhadores da CERON, CAERD e ELETRONORTE, foi fundador e presidente da Central Única dos Trabalhadores de Rondônia (CUT-RO), aonde acompanhou a criação de diversos sindicatos no Estado, acompanhou a defesa dos direitos dos trabalhadores em diversos sindicatos de diversos ramos, principalmente de servidores públicos e ainda na sua atuação profissional como fiscal do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego sempre cumpriu com sua missão da defesa e fiscalização das condições de trabalho”, relembra o atual presidente do PT/RO.

Vilhena comemora 100 anos da passagem de Rondon

JÚLIO OLIVAR - Nesta segunda-feira comemorou-se o centenário em que a expedição com 42 homens do Exército, comandada pelo tenente Cândido da Silva Rondon, chegava ao Planalto dos Parecis para instalar a Estação Telegráfica Vilhena. O nome foi dado por Rondon em homenagem ao maranhense Álvaro de Melo Coutinho Vilhena, ex-diretor dos Correios e Telégrafos, morto no Ceará cinco anos antes da Expedição.

Parte desta história está sendo contada em vídeo e fotografias, através do Projeto Hatisu, desenvolvido em conjunto pela Secretaria Municipal de Esportes e Cultura e Associação Comercial e Industrial de Vilhena (Aciv), com a colaboração de diversos vilhenenses.

Apesar da importância da data, a estação telegráfica, que virou museu há 29 anos, está abandona pela prefeitura desde 1996.

á era hora. A prefeitura resolveu, embora tardiamente, se mexer no sentido de que a população saiba que 2009 é o ano do centenário da primeira passagem do tenente Cândido Mariano da Silva Rondon – mais tarde transformado no legendário marechal – pelas terras onde fica hoje o município de Vilhena. Até agora, a poder público não havia reverenciado a epopéia militar que constitui o marco da colonização, assinalada pela “pacificação” dos indígenas e a integração de Rondônia ao resto do país através das linhas telegráficas.

A expedição era composta por 42 homens. Os principais auxiliares de Rondon eram o zoólogo Alípio de Miranda Ribeiro; o médico Joaquim Tanajura e os tenentes João Salustiano Lira, encarregado do serviço de observações astronômicas e serviço de vanguarda; Emanuel Silvestre de Amarante (o Major Amarante, nome da avenida principal da cidade), incumbido dos levantamentos topográficos; Alencarliense Fernandes da Costa, comandante do comboio de reforços; e Antônio Pirineus de Souza, comandante de pelotão.

Exatamente em 29 de junho faz cem anos que a Comissão de Rondon armou acampamento na área onde ficava a extinta Estação Telegráfica Vilhena, que mais tarde foi transformada no museu Casa de Rondon. A área ficou conhecida a partir da década de 1960 como “Vilhena Velha”, em cujo entorno existiam várias casas rudimentares, que foram sendo sendo abandonadas por causa do nascimento no novo núcleo urbano às margens da rodovia BR 364, onde efetivamente a cidade de Vilhena se desenvolveu.
Em parceria com a Aciv (Associação Comercial e Industrial de Vilhena), a Secretaria Municipal de Esportes e Cultura (Semec) lembrará a data de forma bem modesta: instalará seis banners com fotos e textos alusivos à data no estande da Aciv na 24ª Expovil (Exposição Agropecuária de Vilhena). Também será mostrado no local um documentário em vídeo, produzido por Irio Martinovski, com fotos e a narração da história vilhenense desde a chegada de Rondon.

“Estas iniciativas fazem parte do Projeto Hatisu, desenvolvido pela Semec, e são o primeiro passo para algo mais amplo e que envolve diversos parceiros”, explica o professor de Língua Portuguesa Cledemar Jéferson Batista, colaborador dos trabalhos. Hatisu quer dizer “cesto” na língua nambiquara. “O sentido é valorizar a língua nativa e dar a conotação de que há cesto de informações pertinentes à região”, explica Batista.

O projeto terá prosseguimento durante todo o ano com exposições itinerantes nas escolas e na biblioteca municipal. “Esperamos que em 2011 tenhamos a Casa de Rondon reformada. Neste ano comemoraremos os cem anos da inauguração da estação telegráfica”, lembra o professor.

Apesar da boa vontade e do voluntarismo dos envolvidos no projeto, Vilhena padece do abandono – já há 13 anos – da Casa de Rondon, que deu origem à cidade. Sobre o assunto, João Carlos Regert Neto, agente administrativo da Semec, responde que, ao contrário do que parece, tem havido empenho da administração municipal para recuperar o imóvel.

“Há duas frentes de trabalho neste sentido. Primeiro, a articulação para que a área em que está a casa seja doada pelo Ministério da Defesa ao Município. Em seguida entra a necessidade de que o museu seja tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional”, esclarece Regert Neto. Depois de cumpridas estas etapas a construção poderá ser recuperada.

Ainda de acordo com Neto, o município tem se preparado para gerir o museu. “Além de estarmos recuperando o material fotográfico e documentos históricos, participamos, em Porto Velho, de uma série de oficinas oferecidas pelo Instituto Brasileiro de Museus para que o acervo seja mantido de acordo com os critérios desta ciência”, garante o servidor.

O centenário da passagem da expedição militar pelo Planalto dos Parecis ocorre num momento em que Vilhena ganha novos contornos em sua arquitetura. Do rudimentar casebre onde funcionou a estação aos dias de hoje, com prédios modernos no centro, o shopping center em construção e a fama de ser “a Suíça do norte do Brasil” pelos seus indicadores econômicos, a cidade precisa ainda aprender a lição de preservar sua memória. “Isso é importante no processo de construção de sua identidade”, salienta o músico e escritor Mário Guerreiro Mileo, da Academia Vilhenense de Letras.

A CASA ABANDONADA
O índio aculturado Marciano Zonoecê, do estado do Mato Grosso, era telegrafista. Ele e sua mulher, Maria Augusta, viveram e administraram a estação telegráfica durante 26 anos, a partir de 1943. Sete de seus oito filhos nasceram no local. Antes deles, outras pessoas estiveram à frente da estação, mas não deixaram registros e, por isso, os Zonoecê são os primeiros moradores conhecidos foram das aldeias.

Eles se mudaram da estação em 1969 para ficarem em segurança mais perto dos novos moradores não-índios – incluindo militares do 5º Batalhão de Engenharia e Construções (5º BEC), temendo os seguidos ataques de cinta-larga que chegaram a matar seringueiros na região, além de ferir com flecha uma filha de Marciano.
“Após a mudança da família Zonoecê para o novo núcleo populacional, a Casa de Rondon ficou abandonada por 11 anos, sendo reconstruída pela prefeitura em 1980, na administração do prefeito coronel Arnaldo Lopes Martins. Naquele ano foi hasteada em frente à casa a bandeira nacional pelo governador, coronel Jorge Teixeira”. Quem conta esta história é o professor Roberto Scalércio Pires, então tenente do 5º BEC e secretário de Administração e Fazenda da prefeitura. O museu funcionou durante cerca de 15 anos e, ao lado, havia um zoológico. Ambos desativados em 1996.

Roberto Pires, que também é formado em engenharia civil, lembra que a atual Casa de Rondon tem as mesmas características arquitetônicas da construção primitiva. “No entanto, boa parte dos tijolos e o telhado são de 1980”, recorda. Na época da reconstrução, toda a área foi escavada sob o comando do servidor municipal José Romeu Medeiros, que mora agora em Viamão (RS). Foram encontrados muitas ferramentas, peças de ferro e de telégrafo. Mas, não encontraram o “ouro escondido no local por Rondon”, conforme rezava a lenda.

Pires foi colega de farda de um neto de Rondon, o então tenente Antônio Lara Marialva Rondon, que foi chefe de residência especial do 5º BEC de Vilhena, por volta de 1976.

Autoria: Júlio Olivar

Sucesso absoluto do Japão chega ao Brasil

Quem consegue resistir a estourar o famoso plástico bolha? Pensando nessa mania, chega ao mercado brasileiro o ploc-ploc, um plástico bolha infinito em formato de chaveiro que recria o prazer de estourar pequenas bolhas plásticas, e o melhor, que se repõem imediatamente, tornando a brincadeira interminável.

Com o propósito de satisfazer esse “vício”, que pode ser um momento de distração para uns, até um antídoto anti-stress para outros, o gadget ainda emite a cada cem estouros um som surpresa, que vai desde o barulho de uma campainha até ao grito de uma mulher. A novidade já é febre em países como Japão, França, China, Portugal e Inglaterra. Após somente dois dias de seu lançamento, mais de um milhão de japoneses já haviam aderido à mania.

Para comprar o ploc-ploc e se tornar um “ploqueiro”, os interessados devem acessar o site www.ploc-ploc.com.br, único canal de vendas do produto e adquiri-lo por R$29,90 (mais frete). São cinco cores disponíveis, sendo a vermelha só vendida no Brasil e, por esse motivo, sua venda será esporádica, com datas e horários especiais. Ao finalizar a compra, o internauta automaticamente ganha um espaço na “Plocosfera” da cor do seu ploc-ploc, com seus dados e páginas sociais.

A “Plocosfera” é uma comunidade virtual que reunirá os internautas fanáticos por plástico bolha e terá lotação máxima de 20 mil “ploqueiros”, ou seja, os primeiros que comprarem o produto. A rede virtual também fará um papel aglutinador de pessoas que se socializam pela internet, funcionando como um espaço para visualizar todas as páginas virtuais dos usuários.


Informações à Imprensa
Luana Ribeiro – luana@fesskobbi.com.br - 11 3364.0350 / 9306.0092
Juliana Bellegard - juliana.bellegard@klar.com.br - 11 3363.3344

GIC manda mais dois para a cadeia no município de Ariquemes

Com uma gama de trabalho atribuída as suas boas investidas contra o crime organizado, o GIC – Grupo de Investigações e Capturas da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania, mandou mais dois foragidos da Justiça de volta a cadeia. Em Ariquemes foram recapturados na última quarta-feira, por agentes do GIC e Núcleo de Inteligência da Polícia Militar, José Carlos de Almeida, 50, e Eleomar Brito da Silva, 33, foragidos do Sistema Penitenciário Regional.

De acordo com a equipe do GIC, Eleomar Brito da Silva, que tem como alcunha “Vanessa”, estava foragido do Sistema Penitenciário e constava contra si um Mandado de Prisão. Os Policiais realizaram várias diligências até encontrar o acusado na Sétima Rua, apartamento dois, bairro Setor 9, por volta das 18h13, em Ariqueme, na quarta-feira.

Ele foi conduzido até a segunda delegacia em Ariquemes e ficará a disposição da justiça.
Preventivado fraudava a CERON utilizando lacres

Outro que foi preso pelos policiais do GIC e Núcleo de Inteligência da PM no município de Ariquemes, na última quarta-feira, por volta das 12h50, na Avenida Capitão Silvio, no bairro Setor de Áreas Especiais, José Carlos de Almeida, 50, além de ter contra si, um Mandado de Prisão, estava praticando fraudes contra a Centrais Elétricas de Rondônia – CERON.

O delegado Jeremias Mendes, titular do GIC, disse que o acusado estava foragido e contra ele havia um Mandado de Prisão expedido em 12 de junho de 2005 pela Primeira Vara Criminal da Comarca de Presidente Médici, assinado pelo juiz Jeferson Cristi Tessila de Melo, referente a um processo de Ação Penal.

No momento da prisão pela equipe do GIC o acusado estava de posse de uma bolsa contendo ferramentas diversas e certa quantidade de lacres a serem utilizados nos medidores de energia da CERON. Aos policiais ele disse que usava os lacres para fraudar a empresa que já trabalhou por nove anos. Após sua prisão seu filho, passou o constrangimento de receber os documentos do pai, juntamente com certa quantia em dinheiro e as chaves de um veículo que ele utilizava.

Cantora Suellen Lima, preletores e outros cantores renomados se apresentam em Cacoal, na Sexta-Feira, dia 12

A organização do IV CONFÉMM (CONCENTRAÇÃO DE FÉ, MILAGRES E MISSÕES) convida a todos a participarem da grande Concentração de Fé, com o tema: Milagres e Missões do projeto CONFÉMM no dia 12 de junho de 2009 (sexta feira) ás 19:00 horas, local: Av.: Porto velho em frente ao Banco Bradesco com o Pastor: Arlindo Theodoro. Vindo do Espírito Santo cantores: Suellen Lima de Curitiba, a dupla Parada Firme em Jesus (Ex Trio Parada Dura de Curitiba), Natanael Silva do Rio de Janeiro e vários cantores da região.


Pr. Deoclécio de Freitas
Organizador: CONFÉMM

TIM amplia cobertura no estado de Rondônia

Porto Velho, 04 de junho de 2009 – A TIM ampliou sua cobertura e, agora, atende também às cidades rondonienses de Cacaulândia, Nova União, Parecis, Pimenteiras do Oeste, Primavera de Rondônia, Rio Crespo, São Felipe D’Oeste e Seringueiras. Com estes novos municípios, a TIM passa a cobrir 31 cidades no estado de Rondônia, o que significa que 91% da população urbana do estado conta com os serviços da operadora.

Em todo o Brasil, a TIM atende 2.800 municípios com a sua Rede GSM/GPRS e tem presença EDGE (com alta velocidade na transmissão de dados na telefonia móvel) em mais de 2.100 cidades.

Sobre a TIM
Primeira operadora móvel a ter presença em todos os estados brasileiros, a TIM foi pioneira no lançamento de diversos produtos e serviços, entre eles a TIM Music Store, loja de música integrada no celular e na Internet; e o BlackBerry, a mais conhecida solução móvel de e-mails do mundo, disponível para clientes corporativos e individuais. Em 2008, a operadora lançou serviços de terceira geração, entre os quais destacam-se o TIM Web Banda Larga, a Vídeo Chamada e o TIM TV, além do ampliar seu portifólio de serviços com o lançamento, em setembro, do TIM Fixo, a opção mais competitiva e conveniente em telefonia fixa residencial.

Por meio de acordos com operadoras nos seis continentes, a TIM oferece Roaming Internacional Pós-Pago em mais de 200 países, transmissão de dados e multimídia em mais de 130 países e, em maio de 2006, tornou-se a primeira operadora do País a oferecer Roaming Internacional Pré-Pago atualmente em mais de 15 países. Até abril de 2009, a base de clientes da TIM era de 36,5 milhões (fonte: Anatel). Mais informações: www.tim.com.br.

Assembléia vai recorrer a Roma para garantir retorno de padre Marcelo Vai ser apresentado na próxima semana na Assembléia Legislativa de Rondônia,

Vai ser apresentado na próxima semana na Assembléia Legislativa de Rondônia, requerimento de autoria do deputado Neri Firigolo (PT), a ser encaminhado ao superior da Congregação dos Salesianos em Roma, reivindicando o retorno do padre Marcelo Bertolusso, que até recentemente dirigiu o Centro Salesiano do Menor em Porto Velho.
A proposta de retorno do padre Marcelo recebeu de imediato o apoio formal de vários parlamentares, que destacaram não só a ação missionária, mas o trabalho social, educacional e profissional do sacerdote ao longo de vários anos.
O deputado Neri Firigolo disse acreditar que o padre Marcelo tenha sido vítima de uma grande armação diante da relevância dos seus serviços prestados por tantos anos. Destacou ainda, que o sacerdote é muito querido e respeitado, tendo por ocasião de sua destituição do cargo de diretor, os alunos e membros da comunidade feito um ato de protesto.
De acordo com o deputado Neri Firigolo, o padre Marcelo é importantíssimo apoiado da política de segurança pública, diante do inquestionável trabalho social, missionário e educativo que desenvolveu junto a milhares de jovens, retirando de situação de risco e das drogas, e trazendo estas pessoas para o convívio familiar e social.

É possível o SUS sem Médicos?


Temos assistido ao desenrolar de uma novela que não tem bandido e nem mocinho. Irremediavelmente somos vítimas de um sistema em que todos acreditamos, lutamos e achamos que conquistamos. Trata-se do Sistema Único de Saúde que nasceu há 20 anos como a grande esperança dos brasileiros, chegando a ser considerada uma das maiores conquistas na área social.

Se a discussão sobre a saúde pública no Brasil já era dramática, com a protelação da regulamentação da Emenda Constitucional 29 o quadro se agravou e tende a piorar. Institucionaliza-se o subfinanciamento e o SUS anda para trás. Com a omissão dos governantes e do Congresso Nacional, a escassez de recursos agrava a crise da saúde e, em vários estados da federação, o ambiente é de confronto, inclusive com médicos abandonando os serviços públicos.

É isso mesmo, os médicos estão desistindo do SUS. Os exemplos estão espalhados pelo país e o que eram atitudes isoladas tornaram-se movimentos coletivos, assumindo contornos dramáticos, como em Pernambuco no ano passado, e, mais recentemente, em Alagoas.

Por entender que esse processo é motivado pelo desencanto e pela impossibilidade de uma relação de trabalho suportável, não há que se falar em movimento reivindicatório. Impõe-se a falta de alternativa, em que os mais qualificados buscam a sobrevivência em outros espaços de atuação.

As formas de remuneração do trabalho, no SUS, continuam vergonhosas. Enquanto isso, os médicos são obrigados a acumular atividades, com jornadas exaustivas, em ambientes com precárias condições de atendimento, colocando em risco a qualidade da atenção à população.

Os chamados gargalos do sistema público determinam importantes limitações ao bom funcionamento da assistência médica. Basta visitar as unidades de atendimento de urgência e emergência para indignarmos e entender a situação em que nossos colegas são obrigados a conviver diuturnamente. É também revoltante encaminhar um paciente para assistência especializada sabendo que a grande maioria jamais vai ter acesso à consulta ou ao procedimento de média complexidade.

Pois bem, é difícil imaginar que os responsáveis pelo destino do sistema público de saúde possam estar arquitetando o SUS sem médicos, ou que a grande maioria da população, excluída da assistência médica no Brasil até o advento do SUS, deve se contentar com o pouco que vem sendo disponibilizado. Não podemos aceitar que assistência médica de qualidade seja privilegio de uma minoria que tem acesso ao sistema de saúde suplementar.

Diante desse triste quadro, não resta às entidades médicas outra atitude senão recrudescer a luta por mais verbas para o SUS, e por condições dignas de trabalho e remuneração decente para a categoria.

O primeiro passo foi dado no dia 21 de novembro de 2007, quando nos mobilizamos em um dia nacional de protesto que incluiu manifestações públicas e até paralisação de serviços em alguns Estados. Desde então, vários foram os movimentos em diversas unidades da federação, incluindo atividades e protestos junto ao Congresso Nacional e até uma carta aberta ao Presidente da República, em que nossas reivindicações são apresentadas publicamente.

Agora, enquanto as autoridades permanecem em silêncio, o Movimento PROSUS conquista mais adesões nos Estados e novas manifestações estão programadas. Na última semana de maio os médicos vão levantar suas vozes em seus locais de trabalho, em ruas e praças de todo o país promovendo debates e conversando com a população sobre as péssimas condições de trabalho e remuneração a que estão submetidos no SUS.

Nossas bandeiras já foram definidas. Lutamos para tornar o serviço público na área da saúde eficiente e de qualidade, com gestão competente e financiamento adequado. Queremos o reajuste dos honorários da tabela SUS, com a adoção da CBHPM; salário mínimo profissional de R$ 7.503,18, implantação de Plano de Cargos, Carreira e Salários e ainda uma Carreira de Estado, superando a famigerada precarização do trabalho e a ausência de médicos nos pequenos municípios e em regiões de difícil acesso.

Não há como esconder: a saúde vai mal, e sem um financiamento adequado, além de uma gestão competente, não há como prever melhorias.

* Geraldo Guedes é conselheiro do CFM por MG e coordenador da Comissão Nacional PROSUS

Buraco na BR 364 ceifa a vida de cinco pessoas na ponte do Rio Jaru

A BR 364 continua ceifando a vida de pessoas e desta feita cinco pessoas sendo quatro da mesma família perderam a vida em um trágico acidente. O sinistro ocorreu na tarde de ontem (sábado 25/04) na BR 364 perímetro urbano do município de Jaru, quando o Gol branco placas AJR 2666 – Jaru/RO conduzido pelo motorista Welques Alves de Souza, 21 anos perdeu o controle e bateu na mureta de proteção existente sobre a ponte do Rio Jaru vindo a cair de uma altura aproximadamente 30 metros dentro do rio, ceifando a vida de mais quatro pessoas que estavam indo passar o final de semana na casa de parentes em Cacoal e participar de uma atividade religiosa na Igreja Assembléia de Deus onde todos eram membros.

De acordo com informações fornecidas pelo Policial Rodoviário Federal Zandonadi a causa do acidente ainda não está clara e somente depois da perícia é que será apontado o que provocou a tragédia.
Testemunhas disseram que o veiculo tentou desviar dos inúmeros buracos existentes na cabeceira da ponte vindo a bater na mureta de proteção que não suportou ao forte impacto e se rompeu o que ocasionou a queda livre do veículo com os cincos ocupantes.

A PRF compareceu ao local e imediatamente acionou o Corpo de Bombeiros acionado que teve o apoio do grupamento de Ji-Paraná, devido à falta de equipamentos adequados para este tipo de serviço de salvamento e a escuridão no local aliada a forte correnteza com as águas turvas o resgate do veiculo demorou aproximadamente 8 (oito) horas, a população ajudou com botes, barcos e uma Pá Carregadeira foi utilizada para puxar o veiculo e quando os bombeiros militares abriram o veiculo encontraram 4 (quatro) corpos sendo: Welques Alves de Souza, 20 anos, sua mãe Geraldo Alves de Souza, 44 anos, sua irmã Zirlene Alves de Souza, 20 anos, a sobrinha de Geraldo a menor de 13 anos Andréia Lima de Moura sendo que o esposo de Zirlene Moises Soares da Silva, 24 anos está desaparecido e provavelmente foi levado pela forte correnteza já que o Rio Jaru está com o nível de água elevado em razão das fortes chuvas que vem caindo em toda região.

Após o resgate os corpos foram levados para uma funerária local para os trabalhos serem feitos os trabalhos legistas e em seguida foram liberados para o funeral que ocorreu na Igreja Assembléia de Deus setor 5, a noticia da morte das vitimas comoveu toda população de Jaru já que todos eram pessoas bastantes conhecidas no município. A PRF orienta os condutores de veículos a terem bastante cuidado no trecho onde ocorreu o trágico acidente devidos os buracos.

Por ironia do destino o veiculo foi adquirido pela família na última sexta-feira (24) e o condutor Welques não tinha experiência em dirigir em rodovia movimentada e sua CNH era provisória.

Fonte: O Observador

Vereadores de Alto Paraíso visitam câmara e prefeitura de Rio Crespo

O presidente da Câmara de vereadores do município de Alto Paraíso [Caíco-DEM], e o vereador Jeferson Gomes [Pipi-PHS], visitaram na tarde da ultima quarta-feira 22, o município de Rio Crespo. Os visitantes foram recebidos pelos vereadores Antônio Lênio Montalvão [PSDB], Paulo Gilson Borges [PPS] e o vereador Domingos [PSB].

O vereador Caíco expôs para os vereadores de Rio Crespo o trabalho desenvolvido pelas associações de pequenos produtores no município de Alto Paraíso, falando da importância desse trabalho para a região, principalmente quando levado em consideração a pequena produção e a agricultura familiar, bem como sua influência no comércio.

Os vereadores dos dois municípios propuseram um intercâmbio entre as duas casas de leis com a finalidade de melhorar o relacionamento da classe política e dos povos da região. Na prefeitura municipal os vereadores de Alto Paraíso foram recebidos pela chefe de gabinete Cristina e pela prefeita Ediane Maria Morena [PTN]. Os parlamentares também estiveram reunidos com o vice-prefeito Júnior, o vereador Adilson Vieira [PMDB] e o presidente da Câmara de Rio Crespo, vereador Joaldo Gomes [PSB].

Na reunião com a prefeita Ediane, Caíco fez um convite para que a prefeita, seu vice e os vereadores participassem de uma reunião com o deputado federal Lindomar Garçom [PV] em Alto Paraíso, que acontece hoje (sábado), onde o deputado estará apresentando o plano de trabalho junto a prefeitura para 2009 com o apoio dos vereadores de Alto Paraíso.Vereadores de Alto Paraíso visitam câmara e prefeitura de Rio Crespo

O presidente da Câmara de vereadores do município de Alto Paraíso [Caíco-DEM], e o vereador Jeferson Gomes [Pipi-PHS], visitaram na tarde da ultima quarta-feira 22, o município de Rio Crespo. Os visitantes foram recebidos pelos vereadores Antônio Lênio Montalvão [PSDB], Paulo Gilson Borges [PPS] e o vereador Domingos [PSB].

O vereador Caíco expôs para os vereadores de Rio Crespo o trabalho desenvolvido pelas associações de pequenos produtores no município de Alto Paraíso, falando da importância desse trabalho para a região, principalmente quando levado em consideração a pequena produção e a agricultura familiar, bem como sua influência no comércio.

Os vereadores dos dois municípios propuseram um intercâmbio entre as duas casas de leis com a finalidade de melhorar o relacionamento da classe política e dos povos da região. Na prefeitura municipal os vereadores de Alto Paraíso foram recebidos pela chefe de gabinete Cristina e pela prefeita Ediane Maria Morena [PTN]. Os parlamentares também estiveram reunidos com o vice-prefeito Júnior, o vereador Adilson Vieira [PMDB] e o presidente da Câmara de Rio Crespo, vereador Joaldo Gomes [PSB].

Na reunião com a prefeita Ediane, Caíco fez um convite para que a prefeita, seu vice e os vereadores participassem de uma reunião com o deputado federal Lindomar Garçom [PV] em Alto Paraíso, que acontece hoje (sábado), onde o deputado estará apresentando o plano de trabalho junto a prefeitura para 2009 com o apoio dos vereadores de Alto Paraíso.

Cabeleireira transforma assaltante em escravo sexual na Rússia

Um estranho caso de assalto e estupro envolvendo um criminoso e uma cabeleireira está mobilizando a polícia russa.

Segundo o site "Life.ru", uma cabeleireira de 28 anos identificada como Olga teve o salão invadido por um assaltante na terça-feira (14). Ela, que é treinada em artes marciais, conseguiu render o homem de 32 anos, identificado como Viktor, e levou-o para uma sala reservada.

Olga teria usado um secador de cabelo para render o assaltante, e acabou prendendo-o, mas não chamou a polícia.

Ela teria obrigado o criminoso a tomar o estimulante sexual Viagra, para depois abusar dele por diversas vezes, durante os dois dias seguintes.

Depois de ser libertado, Viktor foi ao hospital para curar seu órgão sexual "contundido", e depois registrou queixa contra Olga. No dia seguinte, foi a vez de Olga registrar queixa contra Viktor por assalto.

A história fica ainda mais confusa, segundo o "Life.ru", porque a polícia não tem certeza de quem é o verdadeiro criminoso nesse caso de assalto que terminou em "estupro".

Padrasto engravida enteada que sofre de problemas mentais; moça sofreu aborto na noite de quarta-feira

Na noite desta quarta-feira, 15, a guarnição da policia foi acionada pelo CIOP para atender a vítima Fernanda Pinto de Oliveira, de 18 anos, que deu entrada por volta das 21 horas no Posto de Saúde Hamilton Gondin, no bairro Tancredo Neves, zona leste da Capital.

Fernanda chegou ao posto sentindo fortes dores abdminais. A médica de plantão constatou que tratava-se de um aborto. A plantonista informou que a vítima teria dito que estava grávida de seu padrasto, o auxiliar de serviços gerais Roberto Jesus de Souza, de 29 anos.

A vítima afirmou à guarnição que Roberto teria lhe dado remédio para abortar, já que ele mantinha um caso com Fernanda. Em contato com a mãe da vítima, a médica de plantão constatou que Fernanda sofre de distúrbios mentais desde a infância.

A guarnição da PM seguiu até a residência da vítima e em contato com o acusado, que assumiu ter mantido relações sexuais alguma vezes com Fernanda, mas negou que tenha dado remédio para que ela abortasse. Ele alegou ter dado dinheiro para que Fernanda comprasse remédio para dores.

Roberto recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Central de Polícia. É o que relata a ocorrência nº 2616/2009.

Fonte: Rondonoticias

Conselho Diretor do BB aprovação criação de superintendência em Rondônia

O Conselho Diretor do Branco do Brasil aprovou, em reunião realizada ontem à tarde, a criação da Superintendência do banco em Rondônia. A informação foi transmitida à senadora Fátima Cleide (PT-RO) pelo vice-presidente de Varejo e Distribuição da instituição, Milton Luciano dos Santos, por telefone, logo após o termino da reunião. A senadora cumpria agenda em Guajará-Mirim.

“O vice-presidente havia me falado que a reunião aconteceria neste dia 7, e ela efetivamente ocorreu, com resultado importante para a população do Estado, para o setor produtivo. É uma vitória da sociedade. A superintendência é necessária, atende ao crescimento que ocorre em Rondônia e irá representar, no sentido operacional, mais agilidade no atendimento a demandas que a Gerência hoje não pode assistir e para as quais ficamos na dependência de Mato Grosso", disse a senadora Fátima.

Para o presidente da Fecomércio, Francisco Linhares, a criação da Superintendência do BB em Rondônia é “de suma importância para o comércio, para gerir os nossos destinos no campo dos negócios, no processo de crescimento e desenvolvimento do Estado”. “Quero parabenizar a senadora Fátima Cleide e a todos que estiveram envolvidos na campanha pela criação da superintendência”.

A senadora se engajou na campanha promovida pelo Sindicato dos Bancários de Rondônia pela criação da superintendência desde o primeiro momento. Em fevereiro deste ano, ela esteve com Milton Luciano para tratar do assunto. Sua última iniciativa foi pronunciamento no plenário, no dia 2, quando mostrou que a economia rondoniense, com o terceiro melhor PIB da região Norte, segundo o IBGE, não pode prescindir de uma superintendência do Banco do Brasil em Rondônia.

Valter Nunes de Almeida: 02 anos de impunidade

Cacoal - RO - O dia 30 de março de 2007 foi marcado por uma tragédia na cidade de Cacoal. O sangue de um operador do direito foi derramado por motivos alheios. O advogado Valter Nunes de Almeida, com 45 anos, foi assassinado dentro do escritório, no exercício da presidência da Subseção de Cacoal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Dois anos se passaram e permeia, nos dias atuais, o amargo da impunidade no ambiente jurídico. A falta de resolução de episódios contra a dignidade da advocacia tem encorajado cidadãos inescrupulosos a lançar mãos de atos de intimidação como forma de resolver as suas demandas pessoais.

A homenagem feita à memória de Valter Nunes não significa apenas um ato de solidariedade, mas o compromisso de manter permanentemente a mobilização da categoria na identificação e condenação dos culpados por tamanha barbaridade. Este crime não foi praticado apenas para atingir Valter Nunes, mas a todos os advogados que, no exercício da profissão, lutam pela igualdade e pela justiça. Não deixemos que a semente da violência volte a encontrar terreno fértil para vicejar no Estado de Rondônia.

Com discursos emocionados, membros da OAB estadual, federal, magistrados, delegados, membros do Ministério Público, autoridades políticas das esferas municipal, estadual e federal, manifestaram solidariedade aos familiares e amigos pela perca de Valter Nunes de Almeida. Veja alguns relatos de quem o conhecia de perto...

Orestes Muniz Filho, conselheiro federal da OAB, falou da importância de Valter para a Ordem dos Advogados do Brasil. “Prestamos tributo àquele que lutou pelo Direito e pela Justiça. Valter lutava pela liberdade, pela vida. Não está entre nós, mas sua energia corre no seio da Ordem dos Advogados do Estado de Rondônia” enfatizou.

Para o ex-presidente da OAB-RO e Conselheiro vitalício, Hiram Marques, a OAB foi ofendida no seu coração. Valter foi morto porque era combativo, corajoso e defensor dos amigos de classe. “Uma das coisas que aprendi com ele foi à lealdade. Morreu no exercício de um mandato da Ordem. Morreu com um tiro na mão, no coração, no tórax e na cabeça. Quem matou Valter Nunes tentou intimidar a Ordem dos Advogados do Estado de Rondônia”.

O vice-presidente da OAB-RO, Ivan Machiaveli, definiu o assassinato de Valter Nunes como um ato de covardia. “Diante deste fato, a OAB de Cacoal deve dar continuidade ao trabalho deixado por este grande homem, que lutou pelo direito até o último dia de sua vida”.

Valter Nunes de Almeida havia sido eleito presidente da Subseção da OAB de Cacoal em novembro do ano passado, para o triênio 2007-2009. Ele presidiu a mesma entidade outras duas vezes, no período de 1998 a 2000 e de 2001 a 2003. Formado pela Faculdade de Direito de Marilia (SP), Valter Nunes de Almeida era natural de Assis (SP) e estava inscrito na OAB de Rondônia desde 1984. Valter morreu, deixando esposa e três filhos, no dia em que sua filha completava 18 anos de idade.

Investigações

Os meses se passaram e as investigações da Polícia Civil do Estado de Rondônia parecem não ter chegado a lugar algum. Questionada acerca de prováveis teses ou avanços no trabalho para elucidar o caso, a Secretaria de Segurança Pública pouco fala sobre o caso. Muito pelo contrário, evita o assunto. A Polícia Federal, na época acionada pelo ministro Tarso Genro, também não anunciou nenhum tipo de novidade. E neste cenário de marasmo, novos tiros foram disparados, uns à luz do dia, outros na calada da noite.

Mas o que é preciso acontecer para que fique claro que esse crime, assim como vários outros, foi cometido a mando de terceiros e com a clara intenção de calar a boca das vítimas, ou contê-las de alguma forma? O dinheiro, o tráfico de influência e de pedras preciosas parecem ser alguns dos pivôs prováveis desses crimes, mas é óbvio que, para se chegar às respostas mais concretas será preciso deixar de olhar para esses crimes como simples homicídios.

Encontrar os homens que puxaram os gatilhos será o início. Admitir que a pistolagem permeia solta e efetiva em Rondônia, esse sim deve ser o primeiro passo para elucidar este caso e desmantelar os esquemas de crime organizado no Estado de Rondônia.

* O autor é jornalista, professor do curso de gestão em comunicação e acadêmico de Direito da Unesc, Faculdades Integradas de Cacoal.

CARTA ENVIADA AO BRADESCO QUE SERVE A TODOS OS BANQUEIROS DO BRASIL

Senhores Diretores do Bradesco, Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma pequena taxa mensal pela existência da padaria na esquina de sua rua. Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade. Pois ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço.. Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco. Financiei um carro. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobraria o preço de mercado pelo pãozinho. Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri. Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar. Não satisfeitos, para ter acesso ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'. Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'. - Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00. - Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'. - A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo. - Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'. - Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer. Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

Por favor, me esclareçam uma dúvida: eu comprei um financiamento ou vendi a alma? Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente amparado por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central. Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.. Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, vocês concordam o quanto são abusivas.!?!

Policial Militar é assassinado em Ji-Paraná

JI-PARANÁ (RO)- Dois homens atiraram e mataram o policial militar Jhoander Rhamon Garcia, 23 anos – último curso – aos 17 minutos desta segunda-feira, na Rua Teresina, bairro Nova Brasília no município de Ji-paraná, Rondônia. A namorada do policial foi alvejada com um tiro no pé esquerdo.

A namorada informou aos policiais militares que o casal estava em frente a casa dela em cima da moto do policial uma C 100 Biz de placa NCS 2576 quando viu dois elementos descendo a Rua e, um deles colocou um capuz sobre o rosto, sacou de uma arma de fogo e mesmo sendo alertado, Jhoander não teve tempo de se defender, levou um tiro no abdome.

Caído o policial atirou contra os bandidos. A namorada explicou que o homem caiu, mas se levantou e fugiu na escuridão reinante no local. Um policial do serviço de Inteligência encontrou na Rua T – 21 com a Rua Brasiléia, um capuz de cor preta e uma luva da mesma cor.

Vendedores de pirataria instalam lojas na zona leste de Porto Velho

Vendedores de CDs, DVDs, eletrodomésticos importados ilegalmente ou adquiridas do mercado negro instalaram dezenas de lojas no Tancredo Neves, JK, Socialista, São Francisco e outros bairros da zona leste da capital. A maioria é reincidente em usurpação de direitos autorais e conexos, fraude e evasão ou sonegação fiscal. Os vendedores de produtos piratas desafiam a competência da Receita Federal, Secretaria de Finanças do Estado-Sefin e Secretaria de Fazenda- Semfaz da prefeitura de Porto Velho.

ALEXANDRE GUIMARÃES

Um exemplo do desafio dos vendedores de produtos piratas ao poder público é de fácil constatação nas “lojas” instaladas na Rua Alexandre Guimarães, entre as avenidas Mamoré e José Amador dos Reis, no bairro Tancredo Neves. “É neste trecho que dezenas de camelôs que vendiam produtos piratas na praça Jonathas Pedrosa instalaram suas lojas. Nenhuma tem alvará de funcionamento. Eles não pagam IPI, ICMS, ISS, nenhum dos impostos cobrados dos comerciantes que trabalham na legalidade”, denunciou um comerciante.

INDÚSTRIA DE CDs e DVDs

“Vários ex-camelôs, agora donos dessas lojas, adquiriram equipamentos de clonagem ou cópia de CDs e DVDs. Em suma, enquanto uma loja legalizada é obrigada a emitir nota fiscal, é obrigada a pagar impostos, os que trabalham na ilegalidade lucram pilhando, pirateando, fazendo milhares de cópias ilegais de músicas e filmes. Isto não é apenas uma vergonha. É desafio a questionar se as autoridades possuem ou não competência para combater e acabar com a pirataria”, disse uma fonte.

FECHAMENTO DE LOJAS

O crescimento da pirataria em Porto Velho , em progressão geométrica, causa fechamento de empresas e lojas, demissão de funcionários, prejuízos às gravadoras e indústria cinematográfica, cantores, atores e atrizes nacionais e internacionais, diminuição da arrecadação tributária, danos à Previdência Social, INSS, FGTS, Cofins, PIS, diminuição do Produto Interno Bruto-PIB, entre outras conseqüências.

Os comerciantes que pagam os mais variados impostos questionam se existem omissão, prevaricação, concussão ou conivência delituosa dos agentes públicos e os poderes do Estado ante sucessivas práticas de pirataria ou crimes capitulados na legislação penal brasileira. (A/J)

CÓDIGO PENAL

Leia o que diz o Código Penal Brasileiro-CPB sobre violação dos direitos autorais e pirataria:

Artigo 184

Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:
Pena - detenção, de 3(três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

1º. Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:
Pena - reclusão, de 2(dois) a 4(quatro) anos, e multa.

2º. Na mesma pena do§1º incorre quem, com o intuito de lucro direto u indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no país, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação de direito de autor, do direito do artista intérpete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.

4º. O disposto nos § § 1º, 2º e 3º não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei nº 9610 de 19 de fevereri de 1998, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto.


Artigo 186 - Procede mediante:

II - ação penal pública incondicionada, nos crimes previstos nos § § 1º e 2º do art. 184;


Artigo 334

Importar ou exportar mercadoria proibida ou iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadorias:
Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.

1º. Incorre na mesma pena quem:

(...) c - vende, expõe à venda, mantém em depósito ou, de qualquer forma, utiliza em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, mercadoria de procedência estrangeira que introduziu clandestinamente no País ou importou fraudulentamente o que sabe ser produto de introdução clandestina no território nacional ou de importação fraudulenta por parte de outrem;"


Artigo 180
Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte:
Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa.

1º. Adquirir, receber, transportar, conduzir, ocultar, ter em depósito, desmontar, montar, remontar, vender, expor a venda, ou de qualquer forma utilizar, em proveito próprio ou alheio, no exercício da atividade comercial ou industrial, coisa que deve saber ser produto de crime:
Pena - reclusão, de três a oito anos e multa.

2º. Equipara-se à atividade comercial, para efeito do parágrafo anterior, qualquer forma de comércio irregular ou clandestino, inclusive o exercício em residência.

  ©Fale Conosco cebraic@gmail.com

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